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Dinheiro: como gastá-lo com consciência e economizar

Quem não quer ter muito dinheiro? Ou melhor, quem não quer usufruir aquilo que a posse do dinheiro proporciona? Dinheiro não é bom e nem mal, ele é feito de um papel especial que não tem o poder de nada, nem mesmo deixá-lo ter valor. O dinheiro é neutro!

O dinheiro não é um fim a ser alcançado, mas um meio para ser usado.

Entender de onde vem e para onde vai o seu dinheiro: esta é a receita para melhorar a utilização de seus recursos e assim prosperar, realizar seus sonhos, viver confortavelmente e se preparar para o futuro. O uso consciente do dinheiro é a fórmula para melhorar, cada vez mais, sua qualidade de vida.

Defina qual a sua prioridade

Achar que pode tudo é a primeira armadilha financeira. Você não pode ter tudo e precisará buscar informações para fazer as escolhas mais adequadas para sua vida. Pensar a curto prazo, talvez, não seja a melhor alternativa, principalmente se calcular que aquele valor ou prestação cabem no orçamento do mês e não mensurar o impacto dessa compra como um todo.

Também tenha em mente que o seu dinheiro chega sempre depois de muitos dias de trabalho, um esforço que precisa ser recompensado de alguma maneira. Já parou para calcular o seu dia de trabalho? E o tanto de horas que você perde reclamando o quanto seu trabalho e salário são ruins? E sem eles? A situação estaria melhor?

É preciso valorizar os seus recursos para que, continuamente, prospere cada vez mais.

Qual a opção a ser feita? Essa é uma decisão pessoal. Mas há técnicas que lhe ajudarão a tornar esse processo mais eficiente.

Para o uso consciente do dinheiro considere:

 

1)  Orçamento, o começo de tudo

Quando se trata de orçamento, a primeira lembrança que temos é de orçamento comparativo de preço, aquele que, geralmente, realizamos quando estamos percorrendo loja por loja na tentativa de encontra o melhor preço.

Nesse caso, o orçamento é uma ferramenta valiosa para que você consiga organizar/gerenciar sua vida financeira.

Basicamente, deverá contemplar suas receitas (ex.: sua renda ou seu salário) e despesas (ex.: contas de luz, gastos com alimentação, aquele remédio que precisou ser comprado de última hora).  

Ele poderá ser modificado ao longo do tempo mas é fundamental que exista. Só assim você poderá enxergar seu futuro financeiro.

Não pense apenas em viver o hoje. Se preparar para o futuro não significa que você tenha que abrir mão do presente. A resposta está no equilíbrio. Caso contrário seu amanhã poderá virar um pesadelo.

Ao fazer um orçamento regularmente, você vai ter uma previsão do comportamento do seu dinheiro. A diferença entre o que ganha e o que gasta gera um resultado no final do mês, que pode ser investido (quando há sobras) ou financiado (quando falta dinheiro).

Importante: Reúna a sua família para que juntos possam fazer uma avaliação dos gastos de todos. A ajuda deve ser em conjunto, cada um fazendo uma parte. As empresas funcionam assim. Um gestor não faz nada sem a sua equipe, por que seria diferente em sua casa?

Se tiver alguma dificuldade em desenvolver seu orçamento, não se desanime. É normal ter dificuldades quando iniciamos algum procedimento novo.

2)  Repense a necessidade da compra

Acalme seu coração, respire fundo e repense sobre a sua compra.

Antes de sair comprando impulsivamente, planeje com antecedência o quanto poderá gastar. Anote em um caderno ou agenda a sua receita mensal, junto com todos os gastos do mês. Não esqueça de incluir aqueles gastos recorrentes que não estavam no orçamento.

Dessa maneira você tem uma visão clara de como está sua situação e se essa compra pode ou não ser efetuada.

Se ainda assim persiste aquela vontade incontrolável de comprar, tente a regra do tempo:

Espere uma hora. Se conseguir ultrapassar esse tempo, espere 24 horas. Se conseguir ultrapassar esse tempo, espere 1 (uma) semana. E assim sucessivamente. Se durante essa espera verificar que aquele objeto de desejo não é algo relativamente importante, é porque essa compra não deve ser realizada. 

Quando você vir alguma coisa que seja, espere por certo período de tempo antes de comprá-la. Quanto mais você conseguir esperar, melhor. E sempre verifique seu orçamento antes de qualquer tomada de decisão.

3)  Tenha em mente onde você quer chegar

Uma das maiores dificuldades em resolver problemas é reconhecer que eles existem e não ter objetivos claros para justificar o mar de dívidas. Muitas vezes você sequer se dá conta que perdeu o controle de suas finanças e acaba confundindo as emoções. Por mais que não pareça, endividamento excessivo é um problema com solução.

O primeiro passo é pensar racionalmente e não se sentir culpado. Pessoas endividadas costumam sofrer, perder o sono e se aborrecer com parentes e amigos.

Chore pelo leite derramado, mas não a vida toda. Parta para ações mais efetivas.

Comece projetando sua vida para além dos 30 dias. Pensar grande ou pequeno dá o mesmo trabalho. Opte por pensar grande. Grandes coisas acontecem para àqueles que acreditam e trabalham para realização dos seus objetos e sonhos.

Pensar grande com os pés nos chão

Se seu objetivo principal é se libertar das dívidas, coloque isso como prioridade maior em sua vida e parta para ação. Afinal, você não precisa ser um especialista em finanças para cuidar bem do seu dinheiro.

  • Crie duas listas: uma com tudo que te motiva ou que consideram importante fazer quando quitar seus débitos e outra do que fazer para chegar até a concretização de seu objetivo. Acompanhe diariamente se está conseguindo alcançar ou o que falta para chegar até lá.
  • Estabeleça pequenas metas para essas mudanças. Comece com uma meta diária, depois semanal, mensal, até conseguir executar planejamentos maiores, de longo prazo. O hábito é apenas a repetição usual de algo. Não é fácil, mas não é impossível.
  • Respeite seus limites e vá (financeiramente) até onde o seu braço alcança.

A consciência agradece.

 

 

Otto

Sou um bot que auxilia famílias a alcançarem o equilíbrio financeiro.

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